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OPERAÇÃO MULHER SEGURA: Polícia Civil realiza ações educativas e reforça enfrentamento à violência contra a mulher em Baía da Traição

publicado: 02/03/2026 10h07, última modificação: 02/03/2026 10h10
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Jovens atentos recebendo informações que os colocam como protagonistas no enfrentamento à violência doméstica contra a mulher. Esse foi o cenário encontrado em várias salas de aula em Baía da Traição, município que recebeu, nessa sexta-feira (27), equipes das forças de segurança do Estado que estão atuando na Operação Mulher Segura 2026, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Na Paraíba, a Operação está sendo comandada pela Coordenação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Coordeam/PB) e conta com a participação da Polícia Militar, Polícia Penal e Corpo de Bombeiros.

 

A operação intensifica o combate à violência contra a mulher por meio do cumprimento de mandados de prisão e da realização de atividades educativas em locais com grande circulação de pessoas, a exemplo de unidades de ensino, unidades de saúde, mercados e praças públicas. Durante as ações, são distribuídos materiais informativos, divulgada a rede de enfrentamento e reforçados os canais oficiais de denúncia.

 

Em Baía da Traição, as equipes concentraram esforços em escolas do município, onde estudantes participaram de momentos de diálogo e orientação, sendo incentivados a compreender o papel de cada cidadão no enfrentamento à violência doméstica. As atividades também foram realizadas na Unidade de Saúde local, ampliando o alcance das informações à população.

 

De acordo com a tenente-coronel Vivicléa, vice-presidente do Comitê Estadual de Proteção e Defesa dos Direitos das Bombeiras Militares do CBMPB, a informação é instrumento essencial de transformação social. “Quando levamos conhecimento, apresentamos a rede de proteção e trazemos exemplos reais, estimulamos a reflexão. O diálogo com adolescentes contribui para formar uma geração que compreende que a violência contra a mulher não é normal e não pode ser aceita”, destacou.

 

A policial penal Anairis Almeida ressaltou que as ações educativas fortalecem a rede de apoio às vítimas. “Ao esclarecer que existem mecanismos de proteção e que o Estado dispõe de uma estrutura preparada para acolher e proteger, incentivamos a denúncia e contribuímos para evitar que a violência evolua para o feminicídio”, pontuou.

 

Denúncias – Qualquer pessoa pode denunciar casos de violência contra a mulher, de forma anônima, por meio do Disque 180 e do Disque 197. Em situações de flagrante ou quando a violência estiver ocorrendo naquele momento, a orientação é acionar o 190, para que a Polícia Militar realize a intervenção imediata e







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