REALIZADA MAIS UMA REUNIÃO INTEGRADA DE SEGURANÇA PÚBLICA DA 1ª REISP EM JOÃO PESSOA

REALIZADA MAIS UMA REUNIÃO INTEGRADA DE SEGURANÇA PÚBLICA DA 1ª REISP EM JOÃO PESSOA
Foi realizada nesta quarta-feira, 8, no auditório da Central de Polícia de João Pessoa, mais uma Reunião Integrada de Segurança Pública da 1ª REISP (Região Integrada de Segurança Pública), que envolve a Polícia Civil, Polícia Militar e Bombeiros.
 
O encontro foi coordenado pela superintendente regional da 1ª Superintendência de Polícia Civil da Paraíba, delegada Roberta Neiva, e teve a participação dos Comandos Regionais das três instituições, além de um representante do Ministério Público e outro do Tribunal de Justiça da Paraíba.
 
A reunião teve o objetivo, entre outras coisas, de estreitar relações entre as Instituições, além de apresentar os números de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) do primeiro quadrimestre deste ano.
 
 
Segundo dados do Nace, órgão ligado à Secretaria de Segurança e Defesa Social do Estado, houve uma redução de 38 homicídios nos primeiros quatro meses de 2019 em relação ao mesmo período de 2018. No ano passado foram registrados 197 homicídios e este ano foram 159 entre os meses de janeiro e abril na região metropolitana de João Pessoa.
 
Estavam na reunião os delegados seccionais e comandantes de batalhões, companhias e unidades especializadas, além dos comandantes regionais da Polícia Civil, como a delegada Roberta Neiva, do comandante da Polícia Militar como Cel. Lívio e dos Bombeiros, como Joussilene.
 
 
Para Roberta Neiva esses números revelam o resultado de um trabalho integrado muito importante, que deve ser reforçado entre as instituições. “A medição de indicadores foi bastante ampliada pela Secretaria de Segurança e Defesa Social. Hoje, a Polícia Civil da Paraíba vive outra realidade, fruto de um trabalho integrado com a Polícia Militar, o Judiciário e o Ministério Público, o que tem se mostrado um trabalho muito eficiente e promissor”, disse.
 
O juiz Adilson Fabrício explicou que, muitas vezes, as pessoas não entendem porque a Justiça manda soltar um preso no dia seguinte quando ocorre a audiência de custódia. “O judiciário trabalha com o direito e as polícias civil e militar, com os fatos. A polícia está fazendo um trabalho excelente. Podem prender e se houver necessidade a gente tem que mandar soltar, tudo isso dentro da lei. Atualmente, em 64% das audiências de custódia o suspeito permanece preso. Acho importantíssima que haja reuniões como essa para que a gente entenda melhor como as coisas funcionam e para que haja uma maior integração entre a polícia e o judiciário”, destacou.
 
Já o promotor de justiça Túlio César disse que o Ministério Público faz a ponte entre as instituições e que os policiais devem procurar e expor suas dificuldades. “É fato que há uma união entre as instituições e o Ministério Público faz essa ponte. Os delegados devem sempre procurar os promotores públicos para conversar sobre as dificuldades de investigação e conclusão de um inquérito. Somente assim, nós vamos procurar uma solução as soluções de maneira conjunta”, concluiu.
 
Assessoria de Comunicação.
Polícia Civil da Paraíba.
 
 
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